Sobre nós

Quando o assunto é café, muita gente quer ser mais realista que o rei. Como se existisse apenas um jeito certo de se fazer. Nós do Martins Café não abrimos mão da qualidade, mas nem por isso defendemos dogmas. Estava na hora de alguém desafiar os conceitos: um café não pelo que ele é, mas por tudo que ele pode ser.

E convidamos você a participar dessa jornada conosco!

Nós até tentamos seguir os caminhos mais tradicionais: o Mariano trabalhava em banco, a Maíra em consultoria de marca e a Fabíola, em estratégia. O trabalho era OK, mas faltava aquele sentido que faz a gente acordar sorrindo em manhãs de segunda-feira.

Mariano foi o primeiro a mudar de carreira: decidiu cuidar da fazenda de café da família. A Santa Margarida já tinha bastante tradição, mas ele viu que faltava inovação. Resolveu mudar as coisas por lá, e não deu outra: a qualidade do café foi parar nas alturas!

E o que fazer com esse trem? Nós sentíamos falta de um café com um sabor menos agressivo e que conversasse com a gente: mais bem humorado e lúdico - porém sem faltar conteúdo. Decidimos então criar nossa própria marca, na qual pudéssemos colocar em prática aquilo que acreditávamos... E como “curiosos” que somos, também queríamos tempo (e verba) para continuar o trabalho de pesquisa, testando os limites sensoriais do café.

Mariano entrou com a matéria-prima, Maíra com os pitacos sobre branding e sobrou para Fabíola juntar tudo e fazer a coisa acontecer. Hoje, como empresa, buscamos hackear as técnicas do passado, usando o ferramental moderno, de forma a construir o sabor do futuro!

O nosso café é isso: o encontro entre revolução tecnológica e as práticas do passado, entre a roça e a cidade. É pensar no café não pelo que ele é hoje, mas por tudo que ele pode ser: criar o futuro, sem esquecer das coisas boas do passado.

Os cafés do Martins são plantados, colhidos e torrados na Fazenda Santa Margarida, localizada em São Manuel - SP, região da Sorocabana (latitude 22°44', longitude 48°31'), no topo da Serra da Cuesta. A Fazenda é atualmente tocada pelo Mariano Martins, 6ª geração de cafeicultores da família, usando técnicas de manejo conservacionstas desenvolvidas à partir de 1930 por seu avô, agrônomo e ex-pesquisador do Instituto Agronômico de Campinas (IAC). Tudo direto do produtor, sem intermediários.